ó sly, se um som é exportado a taxas de sample reduzidas, não existe nenhuma magia q vá introduzir mais informação no mesmo, seja qual o valor do equipamento q se use. mas pode-se moldar o som sim, e alterar a dinâmica do mesmo com as técnicas certas.
quanto à bitrate já é diferente, pq 32 bit float permite mudanças a qualquer nÃvel sem alteração na informação áudio. mas pra isso o som tem q vir já a 32 bits, converter de taxas mais reduzidas para outras elevadas é (praticamente) o mesmo q tentar duplicar o tamanho de uma imagem de tamanho reduzido. o nÃvel de detalhe é o mesmo, embora a resolução seja maior. ou seja não se introduz informação.
sei por experiência própria q no dnb o requisito é na grande maioria um wav 44.1 khz/24 bit para master. portanto neste caso especÃfico as teorias sobre taxas mais altas e transformações com conversores são desfeitas.
agora, uma malha bem masterizada consegue-se sentir em ambos os formatos, e no digital admito q o cd é largamente limitado, mas o vinyl tb o é. já ouvi cds terrÃveis e as mesmas malhas em vinyl a soarem soberbas. e o contrário tb. quando a produzir para cd faz-se bastante oversampling, produzir a bitrates/depth mais elevadas do q as possÃveis no formato, por exemplo 88.2 khz/32 bit para passar pa metade na gravação. mas pra além do cd, compram-se interfaces audio capazes de 96khz (e mais se for preciso, q não é pq já estamos fora do espectro humano), 32 bits e tudo xpto, por menos do q se compram dois pratos decentes mais acessórios. o serato/traktor são apenas uma das vertentes do digital, mais indicadas a quem não quer abandonar a tradição completamente.
depois há muitos outros factores a ter em conta no vinyl, agulhas, pratos, quantas vezes o dito disco já foi tocado, o barulho na sala (pq a agulha tb reproduz algum do barulho ambiente, ou seja o próprio som q já tá a tocar), até a temperatura

, tudo factores q não é preciso considerar com cds e com digital.
purismos e argumentos à parte, a realidade é q tanto o vinyl como o cd são formatos obsoletos, há muito. vou mais além e digo q é impensável ainda se venderem cds por 15+ EUR, inda pra mais já sendo possÃvel em muitas ocasiões comprar os wavs dos mesmos online, à s vezes por menos dinheiro! o vinyl compreende-se dados os custos de produção/etc. e eu ainda compro alguns para colecção, mas apenas pra isso.
pra misturar é mais uma questão de conveniência do q de resto, pq os clubs não são feitos a pensar em audiófilos e nem sequer é possÃvel avaliar bem a qualidade do material (tanto hardware como a música) na maioria dos p.a.'s.
cada um vai para o q prefere, end of story. o serato/traktor é uma óptima escolha pra quem já tem decks de vinyl, ou simplesmente prefere a interface.
pra mim é indiferente o formato (para ouvir) desde q não me esteja a moer os ouvidos. eu até gosto de lo-fi dirty stuff à wu-tang, tudo tem o seu lugar. para tocar optei pelo q mais me convém de momento.
quanto à pirataria nem existe legislação concreta em portugal pra isso e as autoridades fazem o q lhes dá na gana na maioria das vezes. provavelmente muitos já assistiram ou foram vÃtimas das tretas deles em q apreendem imediatamente o equipamento (cds, portateis, whatever), independentemente se é um performance toda legal ou não, se lhes apetecer, e depois há q ir resolver a situação em tribunal... sabe-se a anedota q isso é neste paÃs.