Moderador: Cop




bungle Escreveu:De anormal aqui não vês nada, só uma página da internet, se não percebes o que digo o problema é teu. Não tenho nada contra ti, mas calhou querer desabafar com o teu post eheh. Há certamente quem perceba o que quis dizer, e também partilhe da mesma opinião. The end




bungle Escreveu:Epá, eu até saquei naquela de descascar e deixar um pequeno desabafo.
Eu acho uma completa a n o r m a l i d a d e, pessoas (sem querem chamar de putos) que agora andam a arranjar em massa programitas virtuais para se dedicarem à mistura, virtual, de sons de drum'n'bass (o seu estilo preferido de música, wow!). E apesar de já vos ter chamado de anormais (levem isto na boa que eu sou da paz), até aqui tudo bem... mas a partir do momento em que enchem esta mixed zone com os seus sets de caca, e mini mixes, como este que está aqui que nem um mini mix é, pois nem um mix há, fico chateado e revoltado, pois claro que fico.
Treinem mais um bocado, peçam opinião aos amigos, até enquanto misturam, pode ser que percebam melhor as coisas...essa arte de bem misturar. Quanto tiverem algum tempo de treino e perceberem que até conseguem fazer qualquer coisa, construam um set com pés e cabeça e mostrem ao pessoal! Não se armem em artistas por favor.
Isto é apenas um chamamento à realidade, se assim quiserem entender, não dói.


Verba Legis Escreveu:Epah sei que sou novo aqui, mas ao ver isto não posso, de forma alguma, deixar de dar a minha opinião.
Este crescente "want to do" pelo djing está em todo lado, não só no Drum N Bass. Desde o House até ao reggae o que não falta são putos, pseudo musicos que, por terem o emule e o virtual dj, são os maiores da aldeia. Logo, é inegável dizer que a arte do djing está na moda, como o skate, o alcool, o tabaco, os morangos...
Estes pseudo dj's são facilmente identificáveis, os pseudo-drum são os que mais sobressaem, costumam ter a clássica t-shirt da Pull & Bear a dizer "Drum N Bass", umas calcinhas que são 8 ou 80 (ou muito justas ou então com elas pelos joelhos), costumam falar à mitra com sotaque PIMP e costumam ter meia dúzia de pitas que não tem rigorosamente nada na cabeça (a não ser merda merda e mais merda).
Provavelmente toda a gente deste fórum já foi a uma festa de drum (eu apesar de não estar ligado directamente ao drum, já fui a várias) e, nessas festas, já notaram nos "mitras" ou pimps", quase de certeza absoluta que se vocês lhes forem perguntar se são dj's de drum, a maioria responderá que sim.
É uma espécie de Hype, como acontece, por exemplo, no Hip Hop, em que não há uma legião de ouvintes, basta ter uma caneta e um papel que já és mc, e esta maior ligação do djing aos meios electrónicos, faz com que essa filosofia, que já existe no hip hop há muitos anos, passe para os dj's, visto que se tens um PC com net, já és dj, nao tens que comprar mesa de mistura pratos, leitores, wateva.
Em suma, tenho que concordar forçosamente com o bungle, estamos numa revolução digital, mas as revoluções não escolhem os seguidores, e temos o azar de viver num paÃs com um défice de inteligência muito baixo, podendo assim aplicar o nome de "Revolução anormal", porque de facto esta gente não pensa naqilo que faz, o esforço faz um bom dj, não um "Sync" no Virtual dj.
Já agora deixo aqui uma afirmação do Dj Nelassassin, vi-a numa entrevista quando eu tinhas uns 13 anos: "Se não sentires o talento dentro de ti, então esquece, não sejas dj porque nunca ninguém te quererá ouvir..."

Verba Legis Escreveu:Epah sei que sou novo aqui, mas ao ver isto não posso, de forma alguma, deixar de dar a minha opinião.
Este crescente "want to do" pelo djing está em todo lado, não só no Drum N Bass. Desde o House até ao reggae o que não falta são putos, pseudo musicos que, por terem o emule e o virtual dj, são os maiores da aldeia. Logo, é inegável dizer que a arte do djing está na moda, como o skate, o alcool, o tabaco, os morangos...
Estes pseudo dj's são facilmente identificáveis, os pseudo-drum são os que mais sobressaem, costumam ter a clássica t-shirt da Pull & Bear a dizer "Drum N Bass", umas calcinhas que são 8 ou 80 (ou muito justas ou então com elas pelos joelhos), costumam falar à mitra com sotaque PIMP e costumam ter meia dúzia de pitas que não tem rigorosamente nada na cabeça (a não ser merda merda e mais merda).
Provavelmente toda a gente deste fórum já foi a uma festa de drum (eu apesar de não estar ligado directamente ao drum, já fui a várias) e, nessas festas, já notaram nos "mitras" ou pimps", quase de certeza absoluta que se vocês lhes forem perguntar se são dj's de drum, a maioria responderá que sim.
É uma espécie de Hype, como acontece, por exemplo, no Hip Hop, em que não há uma legião de ouvintes, basta ter uma caneta e um papel que já és mc, e esta maior ligação do djing aos meios electrónicos, faz com que essa filosofia, que já existe no hip hop há muitos anos, passe para os dj's, visto que se tens um PC com net, já és dj, nao tens que comprar mesa de mistura pratos, leitores, wateva.
Em suma, tenho que concordar forçosamente com o bungle, estamos numa revolução digital, mas as revoluções não escolhem os seguidores, e temos o azar de viver num paÃs com um défice de inteligência muito baixo, podendo assim aplicar o nome de "Revolução anormal", porque de facto esta gente não pensa naqilo que faz, o esforço faz um bom dj, não um "Sync" no Virtual dj.
Já agora deixo aqui uma afirmação do Dj Nelassassin, vi-a numa entrevista quando eu tinhas uns 13 anos: "Se não sentires o talento dentro de ti, então esquece, não sejas dj porque nunca ninguém te quererá ouvir..."

eu_sou_eu Escreveu:
já pensaste que o que disseste talvez se enquadre a ti?


disciple Escreveu:já agora tb se fala nakeles xavalos ke conseguem vir a ser DJs ( da moda ) pk sao filhos de papás ricos ke lhes compram o material todo.

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