bicio Escreveu:E entao? em q eh k ficamos?? cada vez mais caminhamos pa metalada... os novos malhoes dark sao o revival de sepultura com samples de guitarradas e pedais duplos a assombrar as pistas enquanto a cena liquid vai buscar o funk e o jazz para criar as novas linhas melodicas q vao surgindo... Acho q no espectro todo do drum'n'bass estamos a voltar de novo aquela origem da cena organica e acustica mas com um caracter mais violento e agressivo. Lembro-me de (embora tb sou da nova geracao no q toca a dnb) dancar temas como Alien Girl e Bacteria (original mix) num dancefloor q pedia o rewind .. nao pela jarda da malha mas pelo groove e step k tinha... Hoje em dia... ponho essas mesmas malhas a tocar no stereo e parece fantoxada ... sem pedal ... sem garra... Acho q o dnb de hoje em dia esta a perder um bocado essa faceta ...?
na minha sincera opinião estás a ouvir as músicas erradas, há por aà muita coisa excelente e com alma.
mas vou-me explicar melhor. por exemplo, os pendulum vêm de um background rock e isso nota-se cada vez mais nas malhas deles... um óptimo exemplo é a remix da voodoo people, e com o projecto live deles a começar este ano, essa fusão rock/d&b está mais presente do q nunca. o q se pode concluir disto é q os artistas desta geração trazem as suas influências para o d&b, e portanto torna-se algo difÃcil criar algo de novo.
tens artistas como loxy ou keaton a trazer grandes influências do hip hop clássico, spl ou dylan a trazerem influências do género industrial, calibre do soul e funk, raiden do techno, etc.
os poucos q estão realmente a criar algo de novo são aqueles q deviam receber mais atenção, mas infelizmente, isso não acontece em geral.
falo de artistas como paradox, tactile, fanu, breakage, etc.
na chamada "golden era" do d&b, assistiu-se a uma verdadeira inovação e criação de novas sonoridades com nomes como ed rush & optical, dom & roland, tech itch, photek, etc. e aqui era muito mais difÃcil (quando era possÃvel) detectar as influências de cada artista. o som era mais único e cheio de musicalidade q os nossos ouvidos nunca tinham percepcionado.
há praà ainda muito boa música. basta procurar.
LP de Tactile este ano, pela Timeless, é a minha recomendação para música a sério. um sério candidato a álbum do ano.
chega de testamento...
ez
