Total Science
- "Estamos cada vez mais dentro do logic e dos VSTs mas o que pensamos ser essencial na nossa musica é discos antigos! São eles q nos dão a matéria prima para trabalhar, a inspiração e a creatividade para depois podermos criar temas q arrasem. Há uma loja em Londres, a Avid, onde nos perdemos completamente em busca de temas. Quando trazemos os discos para o estúdio a primeira coisa q fazemos é samplar. A nossa forma de tocarmos os samples é através dos teclados, ja que no computador so metemos os vocais. Tudo o resto, são os sintetizadores."
- "Para nós os ingredientes são simples: procurem milhares de samples, oiçam-nos, sintam-nos e percebam q tipo de atmosfera e potencial vos transmite; depois comecem a manipulá-los com sintetizadores e façam-nos interagir com beats. Se conseguirem achar um ponto de contacto entre estes e os samples têm uma faixa feita."
HIVE
- "É fundamental que quando se está a estruturar múltiplos breaks eles devem ser bem delimitados. Eu dedico grande atençao ao seu inicio, tenho quase uma abordagem microscópica, para que quando estiver a sobrepor varios breaks eles possam parecer apenas um só. Depois exporto os loops para o sampler, manipulo o pitch que quero usar e começo a parti-lo em partes distintas. Kicks para um canal, snares para outro, hit hats noutro e assim sucessivamente."
- "Quando termino esta fase posso equalizar cada um dos loops separadamente e tornar o break gigante. Posso, por exemplo, usar várias baixas frequências para que ele soe grande mas dessa forma também vou levá-las aos hit hats e snares, o que é desnecessário a maior parte das vezes. Trabalhar separadamente, por canais, é a minha metodologia de eleiçao porque consigo ter maior poder sobre elementos da música podendo actuar sobre eles de uma forma mais personalizada: injectar compressão, distorçao, reverb, etc.. - o resultado é personalizar os meus breaks."
OPTICAL
- "Depois da utilização de samples o momento que considero mais importante em estúdio é a fase das misturas. Quando termino um tema passo grande quantidade de tempo concentrado numa grande mistura. Permite-me observar bem o meu processo criativo e estruturar o que pretendo que a música transmita. Ao contrário de muitos produtores concentro-m nos nÃveis e nos efeitos, e menos nos equalizadores, porque o drum and bass é muito sensÃvel a efeitos, principalmente ao reverb e ao delay. Estes podem abrir demasiado o campo estereofónico."
- "Para o kick se sobressair bem da linha de baixo é importante que o kick nao tenha a mesma frequência do baixo. Se este e o kick forem samplados na mesma frequência de Hz será complicado distinguirem-se os dois - o kick soará perdido e confuso. Se usarmos um filtro para frequências abaixo dos 40 Hz poderemos contornar essa sensação de confusão entre ambos os sons. Em alternativa podemos reforçar as baixas e médias frequências com o kick para cerca de 150Hz-300Hz para termos um resultado mais carregado."
...retirado da revista "Dance Club" Jullho/07 - (da única pagina de DnB!! Já era altura de a Dance club colaborar aki com a COP para ver se começam a tar a par do Dnb tuga!!!..é q uma pagina parece-m pouco..mto pouco :/
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